Chatbots criam avatares de pessoas que já faleceram; aumento do uso desses apps nos EUA rende discussão ética entorno do assunto.
Você toparia conversar com o avatar de um amigo ou ente querido mesmo depois da morte dele? Passaria horas consultando alguém que não existe mais no plano físico? Confiaria nas respostas, mesmo sabendo que foi um computador que as criou? Acharia tudo muito mórbido? Pagaria por uma experiência dessa?
Esses são alguns dos questionamentos que vêm sendo feitos nos Estados Unidos, diante do aumento do uso de chatbots para esse fim.
Materia: Olhar Digital
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