Suicídios atingem níveis recordes no mundo!
O pior tipo de notícia para escrever. Quase 50 mil pessoas perderam a vida para o suicídio no ano de 2022 nos Estados Unidos, marcando o maior número de mortes desse tipo já registrado desde 1941.
Os dados americanos foram divulgados pelo CDC e mostram um aumento de 35% em relação ao ano 2000, o que chama bastante atenção.
Por aqui, o aumento nas taxas de suicídio do ano passado foi quase 12% maior do que a comparação com 2021. Foram registrados 16.262 suicídios em 2022 — ou uma triste média de 44 mortes por dia.
Comparando com os EUA, as taxas proporcionais ainda são bem menores. Por lá, são 14,4 mortes a cada 100 mil habitantes. No Brasil, subimos para 8 suicídios a cada 100 mil em 2022.
Os padrões em uma análise mais detalhada
🧔🏻♂️ Homens continuaram a representar uma maioria significativa dos casos de suicídio, constituindo 79,4% em 2022 — assim como em anos anteriores.
👴🏻 As faixas etárias com as maiores taxas de suicídio foram os indivíduos com 85 anos ou mais, seguidos pelos que têm entre 25 e 34 anos e entre 75 e 84 anos.
🙏 Os indivíduos com idades entre 10 e 24 anos e entre 65 e 74 anos apresentaram as menores taxas de suicídio.
Olhando o todo: Aproximadamente 700 mil pessoas tiram suas vidas ao redor do mundo a cada ano. O país com maior índice é a Coreia do Sul, com 24 pessoas a cada 100 mil.
The News
Infelizmente, a expectativa de que o avanço do conhecimento, as inovações tecnológicas e o aumento da educação global tornariam o século 21 uma era de felicidade e realização plenas não se concretizou. Em uma recente aula intitulada "Aprender para liderar" na PUC do RS, Augusto Cury trouxe à tona uma reflexão poderosa: não apenas caminhamos sobre o "planeta Terra", mas também sobre o "planeta mente". É doloroso constatar que, apesar de todos os avanços, somos reconhecidos como a geração mais triste que já existiu.
Essa realidade nos
coloca no triste papel de "mendigos da felicidade", dependentes de
múltiplos estímulos para encontrarmos momentos de alegria. De forma alarmante,
a cada dois estudantes, pelo menos um enfrenta desafios psicológicos ou
psiquiátricos, destacando uma crise preocupante em nossa saúde mental. Esses
números revelam que a crença de que apenas o progresso tecnológico e
educacional poderia nos tornar felizes não se traduziu em bem-estar emocional.
Augusto Cury resume dizendo:
1 - Vivemos em uma era de carentes emocionais;
2 - A quantidade abundante de informações não está gerando pensadores e influenciadores saudáveis;
3 - Uma em cada duas pessoas desenvolverá transtornos psíquicos, e boa parte não será tratada;
4 - Há uma tendência de negação quantos aos transtornos psíquicos;
Diante desse cenário, é crucial olharmos para além das conquistas materiais e intelectuais e sabermos que não somos apenas um amontoado de ‘saberes’, e sim que fomos criados por Deus com um propósito supremo, que dá a vida o verdadeiro sentido do Ser, como bem disse o Catecismo de Westminster em sua pergunta 1, que diz:
"P: Qual é o fim principal do homem?
“R”: O fim principal do homem é glorificar a Deus, e desfrutá-lo
para sempre."
Essa resposta ressalta
que o ser humano foi criado para direcionar toda a sua vida, ações e
pensamentos para a exaltação e honra de Deus, encontrando alegria e satisfação somente na comunhão com Ele. Isso envolve viver em conformidade com os princípios e
mandamentos divinos, buscando agradar a Deus em todas as áreas da existência. Portanto,
de acordo com o Catecismo de Westminster, a glorificação de Deus é a finalidade
primordial da criação humana, sendo essa uma orientação fundamental para a
compreensão da vida e do propósito humano, trazendo o real sentido de viver!
Pense nisso!
by José Moglia
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