Por Renato Vargens
Pois bem, lembro de um amigo
cujo nome era José (Nome fictício) que mais ou menos na mesma época da
minha conversão, começou a frequentar uma igreja. Lembro que ao
encontrá-lo na praia, ouvi dos seus lábios a seguinte expressão:
-"Renato, Deus é muito bom! Estou muito feliz com ele. Me "converti" e
estou indo todos os domingos na igreja X.
Ao ouvir o testemunho do meu amigo, vibrei e o incentivei a continuar firme no Senhor.
Um ano depois, o encontrei novamente na praia e sem titubeios perguntei: - "E aí José, continua firme no Senhor? "
Para minha surpresa ele me
respondeu: - "Xi cara, não deu não! O mundo é bom demais. Voltei pro
mundão e estou curtindo a vida adoidado."
Essa foi a última vez que o vi. Um mês depois recebi a noticia de que meu amigo tinha morrido de overdose de cocaína.
Um outro exemplo é o de uma jovem denominada Maria. (nome fictício). Maria, vivia dizendo que a igreja era castradora e que queria curtir a vida. Volta e meia ela compartilhava com suas amigas que sentia que estava chegando a hora de desfrutar do prazer do sexo.
Pois bem, numa noite quente de verão Maria se envolveu sexualmente com um colega de classe. Essa foi a porta de entrada para uma mundo de promiscuidade. Maria, engravidou, abandonou a escola, a igreja e passou a viver uma vida infernal.
Um outro exemplo é o de uma jovem denominada Maria. (nome fictício). Maria, vivia dizendo que a igreja era castradora e que queria curtir a vida. Volta e meia ela compartilhava com suas amigas que sentia que estava chegando a hora de desfrutar do prazer do sexo.
Pois bem, numa noite quente de verão Maria se envolveu sexualmente com um colega de classe. Essa foi a porta de entrada para uma mundo de promiscuidade. Maria, engravidou, abandonou a escola, a igreja e passou a viver uma vida infernal.
Caro leitor, por acaso você já
deu conta o fato de que muitos preferem os prazeres deste mundo a
comunhão do Senhor? Ora, quantos porventura não são aqueles que em
virtude dos prazeres deste século preferem uma vida de pecados?
O
Apóstolo João ao escrever sua primeira epístola, orientou aos cristãos a
não amarem o mundo, nem tampouco as coisas que nele há. Ora, vale a
pena ressaltar que a expressão não ameis o mundo não está tratando
especificamente das belezas deste planeta ou das pessoas que nele vivem,
mas sim de um sistema que se opõe a Deus e sua Palavra.Caro leitor, diante disto afirmo que os que "amam o mundo" estão em estreita comunhão com ele, dedicando-se aos seus valores, costumes e cultura. Em outras palavras, Os que se comportam desta forma demonstram que sua satisfação e prazer estão naquilo que desagrada a Deus e ofende os princípios das Sagradas Escrituras. Esse pernicioso sentimento impede a comunhão do crente com o Senhor (1 Jo 2.15).
O Apóstolo Paulo, ao escrever sua epístola aos Romanos adverte aos cristãos a não se conformarem com este século. O verbo “conformar” no original significa “ser modelado de acordo com o um padrão e refere-se à constante imitação de uma atitude ou conduta até que a pessoa se torne igual ao modelo. Neste perspectiva, a Bíblia ensina que o crente deve resistir, combater e não imitar os padrões de comportamento, a cultura e os valores mundanos, mesmo porque, aqueles que estão em Cristo devem viver a vida de forma diferenciada.
Pense nisso!
Renato Vargens.
http://renatovargens.blogspot.com.br/2012/03/historias-tristes-de-jovens-que-amaram.html

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